“Eu sou daquele tipo de pessoa sonhadora que já se deitou na cama, fechou os olhos e esperou que quando acordasse estivesse em outra vida. Já me imaginei em outras vidas, em outros círculos sociais. Já me imaginei vivendo a vida das pessoas desconhecidas que me parecem interessantes. Eu acho que faria um bom trabalho sendo outro alguém, porque acredito que interpreto muito mal o papel de ser eu mesmo. Eu não sou nem um pouco parecido comigo mesmo. Eu não ajo desse jeito, eu não ando desse jeito e muito menos tenho essa expressão no rosto. Não acho meu corpo e quem eu sou totalmente estranho e ruim. É que… não sei, acho que nunca estarei em harmonia comigo mesmo. Eu sou uma confusão em forma de pessoa. Acho que coloquei tudo que eu gosto em algum liquidificador que desgovernou tudo em uma espécie de vitamina psicodélica. Eu já esperei que acordasse e percebesse que toda minha vida é um sonho. Porém isso é uma piada. Sempre acordo e vejo a minha vida perfeita, cheia de saúde, paz e alegria, porém nunca me sinto bem e permaneço sempre preso no mesmo pesadelo triste e melancólico.”
Vinícius Canário.

“Tive vontade de chorar, mas nada saiu. Era apenas uma espécie de doença triste, doença da tristeza, quando você não pode se sentir pior. Eu acho que você conhece isso. Acho que todo mundo conhece isso de vez em quando. Mas acho que eu tenho conhecido isso muito frequentemente; muitas vezes.
Charles Bukowski

“Conceito de puta eu aprendi quando minha mãe me disse pra comprar mais pano pro vestido. Ela disse que moça de respeito não usava vestido curto, nem batom vermelho. Eu me encolhi no sofá e disse baixinho que achava batom vermelho bonito, e foi nesse dia que eu levei a maior surra de minha vida. Surra física e moral, porque enquanto me batia, ela gritava algumas ofensas relacionadas ao ato de dar a vagina para um estranho. Na verdade, vagina é uma palavra muito feia, sempre preferir falar buceta, mas mamãe também me disse que moça de respeito não pode dar apelidos ao seu órgão genital. Alias, ela me mandou nunca falar a respeito minha buceta, quer dizer, vagina. Mas não a culpo, metade dos homens que conheci durante a minha vida se intimidaram com um simples cruzar de pernas nuas à sua frente. As pessoas são iguais mamãe. Só que elas não podem me dar uma surra toda vez que me virem de batom vermelho. Eu cresci usando batom rosa bebê e vestido batendo no pé, cresci feito uma freira fora do mosteiro. Fui aquela típica nerd virgem do ensino médio. Mamãe me dizia tantas vezes pra não me envolver com os garotos, que em uma certa época eu comecei a me perguntar se o o seu sonho era ter uma filha lésbica. Como todo filho de pássaro, um dia eu bati minhas queridas asas virgens e voei pra perto dos urubus. Conheci pessoas diferentes, pessoas que viviam a própria vida e não tinham uma mãe, literalmente. Conheci a Sheyla, a Mariana e a Paula, todas tinham 18 anos, assim como eu. Solteiras, safadas, e provavelmente, putas. Elas usavam vestidos curtos, batom vermelho e aplique no cabelo. Sair com elas era como sair como uma gangue de prostitutas. E foi pensando essas palavras, que me dei conta do quanto estava ficando parecida com a mamãe. Com um outro olhar, comecei a admirar os vestidos de Sheyla, o batom de Mariana e o aplique de Paula. Não eram putas, afinal, eram corajosas e belas o suficiente para exibirem suas coxas e peitos siliconados. Eram humildes e comunicativas. Mariana era órfã até. Se mamãe tivesse ali teria dito que era por isso que essa garota era assim tão puta. Mas não, mamãe não estava ali, e eu não me importava mais com a sua opinião. Vesti um vestido curto e passei o batom vermelho. Sai de lá me achando gostosa mesmo e fui direto pra casa de mamãe. Quando abriu a porta, me deu um safanão na cara e gritou para a vizinhança inteira ouvir que eu não era mais a sua filha. Sorri para ela. Ela me chamou de puta. Não mamãe, eu não sou puta, nem vadia e muito menos vagabunda, eu só tenho coxas grossas e uma boca bem colorida. Se eu gostar de um cara, por que não dar a minha buceta para ele? É mamãe, b-u-c-e-t-a. Sabe, as pessoas não prestam por fora, mas por dentro, elas possuem muito mais do que um dia você sonha possuir. Mulheres corajosas colocam seus próprios limites, usam vestidos no pé ou bem acima do joelho e entopem a cara de maquiagem. Porque mulher de verdade sabe que puta não é aquela que usa roupa curta e dá pra todos, puta é quem dá pra todos e esquece de usar a camisinha.”


“É doce.
É puro.
É confiante.
É engraçado.
É inocente.
É agradável.
É cativante.
É leal.
É amor.
É você.
Somos nós.”
Somos nós, apenas nós.

“É que eu só quero que você saiba que eu nunca vou desistir da coisa mais bonita que aconteceu na minha vida: a gente.”

“Ah, ter você do meu lado sempre como isso é bom, ter alguém pra amar, alguém pra cuidar, simplesmente alguém que dá para imaginar um futuro juntos. Meu amor, você já se imaginou me olhando lá de cima do altar e eu seguindo até você com um vestido branco, pensou como seria? Seria tão perfeito não é?! Nossos corações batendo na mesma intensidade, com o mesmo frio na barriga, vamos dar as mãos assim aqueceremos ela acho que vai está meio gelada e tremula a ansiedade faz isso às vezes, quero fazer a promessa que eu esperei quase a vida toda para fazer dês do dia que começamos a namorar “prometo amar, e respeitar na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza…” depois mal posso esperar para ver como é adormecer ao seu lado, ter você me acordando com beijos, me beliscando e me perturbando como de costume você me perturbar deste jeito, mais prometo não ficar nervosa com você. Já combinamos você faz o arroz, eu faço o resto da comida e você dá o toque final, eu deixo você escolher o nome do nosso cachorro, e dos nossos filhos se for menina eu escolho e menino você escolhe. Eu quero ter você todos os dias do meu lado, “até que a morte nos separe” quero ver ao teu lado meus filhos crescerem que por algum acaso eles irão ter o seu sobrenome e por um descuido meu sobrenome que eu recebi naquele dia tão esperado, o nosso dia dês de quando descobrimos que éramos apaixonados um pelo outro, vamos sentar e contar para nossos filhos como nos conhecemos, aquele dia que nos encontramos pela primeira vez em frente daquela igreja, do seu medo quando conheceu meus pais e você com cara de assustado e eu segurando para não dar risada e dos dias que você vinha para minha casa e ficávamos horas juntos e como eu amo esses momentos que estamos juntos é tudo tão perfeito, de como éramos e seremos para sempre felizes um amando o outro dês de sempre. Você não sabe o medo que eu tenho disso não acontecer que por um descuido tudo isso acabasse mais eu creio, eu tenho fé em Deus que você possa ser minha metade, o amor da minha vida, o pai dos meus filhos, meu melhor amigo, o homem que me faz feliz, o meu marido.”
Como eu te amo, meu amor.

“E eu te conto um segredo, baixinho: não há ninguém como você. Nem no meu passado, nem no meu futuro. Você conseguiu calar todos os meus traumas e medos. Todo o passado, agora, é só uma lembrança embaçada e sem graça de uma vida pré-você. Todos os fantasmas foram embora. Toda a complicação deu espaço pra essa coisa boba de ser feliz por nada. E não existe alguém comparado à você, amor. E não vai existir, disso eu tenho certeza. É só você. Você, que tratou de ocupar todos os espaços que estavam faltando na minha vida. Que me fez querer ser uma pessoa melhor. Que me faz sorrir sozinha por imaginar como tudo ficou tão simples desde que você chegou.”
Iolanda Valentim.

“‎Gosto de quem presta atenção em mim. De quem procura novidade mesmo me conhecendo do avesso. De quem não desiste de me descobrir. De quem não se cansa da rotina. De quem se entrega. Sempre.”
Clarissa Corrêa.

“Ame como a chuva fina. Que cai em silêncio, quase sem fazer notar, mas é capaz de transbordar rios.”
Paulo Coelho.

“Eu quero uma madrugada inteira só de nós dois. Uma madrugada em que o único barulho seja o das nossas risadas misturadas por causa das besteiras ditas ao pé do ouvido e que a nossa única preocupação seja a demora da pizza. Uma madrugada em que eu possa ficar embriagada com o cheiro do seu pescoço, que eu possa deitar com você no tapete da sala com a tua camisa me servindo de pijama, uma madrugada em que a gente só tenha a gente, porque isso será o bastante pra nos fazer feliz.”
Perry and julie.

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